¤ Bem-Vindos ao
Cantinho da Carol ¤





¤ Meu nome

Ana carolina...
Amo dias nublados, cheiro de grama molhada, madrugada, noites silenciosas,ver o nascer e morrer das ondas quebrando-se na beira da praia, pôr-do-sol, serra, clima frio, árvores de troncos e copas altas. Transito bem pelo mundo dos contos de fadas ou qualquer coisa que afine a imaginação. Escrevo porque não tenho habilidades com pincéis; faço das letras minha tela; esparramo tinta nas palavras e mergulho nas imagens que vão nascendo despudoradamente. Acredito que "poetisa" é palavra mística. Esse blog pode ser de qualquer coisa que me dê na telha, tudo misturado mesmo: Paulistana, gosto de autores como: Clarice Lispector, Lygia Fagundes Telles, Virgínia Woolf, Cecília Meirelles, Manoel de Barros, Raduan Nassar e Paulo Coelho.
Gosto de pessoas que têm olhos de poetas. Tenho sol em áries, ascendente e a lua no signo de Leão, o que resulta numa "água borbulhante". Sensível,extremamente emotiva,sonhadora, idealista, intuitiva, como são as criaturas nascidas sob o signo de Escorpião, mas bastante impulsiva, às vezes arisca, autoritária e ansiosa. Acima de tudo, posso dizer que dentro de mim há gente demais: um mundo inteiro.








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¤ Ouvindo ¤

"JAMES BLUNT-Carry you home"







Carry You Home
James Blunt

Trouble is her only friend
And he's back again.
Makes her body older
Than it really is.
She says it's high time she went away,
No one's got much to say in this town.
Trouble is the only way is down.
Down, down.

As strong as you were,
Tender you go.
I'm watching you breathing
For the last time.
A song for your heart,
But when it is quiet,
I know what it means
And I'll carry you home
I'll carry you home

If she had wings she would fly away,
And another day God will give her some.
Trouble is the only way is down.
Down, down.

As strong as you were,
Tender you go.
I'm watching you breathing
For the last time.
A song for your heart,
But when it is quiet,
I know what it means
And I'll carry you home.
I'll carry you home.

And they were all born pretty in New York City tonight,
And someone's little girl was taken from the world tonight,
Under the Stars and Stripes.

As strong as you were,
Tender you go.
I'm watching you breathing
For the last time.
A song for your heart,
But when it is quiet,
I know what it means
And I'll carry you home.
I'll carry you home.








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Hoje...

Há um vago aperto no peito, indícios de sentimentos que não sei quais são.
Há essa sensação de sufocamento, coisas misteriosas presas nos calabouços de mim.
Há a procura pela chave que as liberte, esperança de poder respirar, ânsia de sentir mais.
Há breves alívios, sorrisos. Vislumbre da libertação.
E pequenos momentos de imensa ternura desvirtuando o amargor que marca em minha boca o sabor acre da vida.
Há o mundo, por mais não-meu que me pareça.
E os sonhos, ecos da melodia divina composta por tudo aquilo que, em mim, eu quero livre e não sei como libertar.
Há a música é há as cores.
Há a dor.
Há o coração que pulsa.
E o coração que lateja.
Há um coração que não entende, o outro,que não entende a si mesmo.
Há o que eu sei lindo... e o medroso.
Há o coração que se esconde por trás da mente,e o que quer tomar o controle de mim.
Há o que eu quero que tome o controle de mim.
Há as estrelas.
E há o sol.
Brilho que entra pelos meus olhos.
E fica.
Luz que penetra pelos meus poros e se esconde em mim.
Há a luz.
E há o escuro que a mancha.
Há a alma, afogada em meio a turbilhões de sensações.
Feita em retalhos. Imensa.
Debatendo-se dolorosamente entre o coração que implora e a mente que dita.
Entre a dor que tortura e o amor que idem.
Entre o sentimento que liberta e a razão que escraviza.
Há o medo. Sim, o medo.
Mancha no peito oprimido,que se não pode apagar.
Escuridão mais profunda que as fossas abissais do oceano.
Onde o Sol não penetra.
Onde a Luz não se difunde.
Onde o sentimento é sacrificado todos os dias,
tentativa inútil de não despertar a fúria.
Inútil.
A dor é o único elemento constante aqui.
E a única certeza...




- Postado por: Ana Carolina às 10:40
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